No dia 25 de mio, duas enfermeiras do centro de saúde deslocaram-se à nossa escola para fazerem uma avaliação da tensão arterial, índice de massa muscular e glicemia.
5.7.09
Momentos de Poesia
A Bela Lagarta
Estava a bela lagarta
no seu jardim sentada
com suas mãos pequeninas
uma folha verde almoçava
Deitou os olhos ao rio
viu vir um barco cintilante
louva-a-deus que nele vinha
era umbelo almirante
- diz-me, á Louva-a-Deus
dessa tua nobre armada
se encontraste meu marido
na terra que deus pisava
- Anda tanto insecto
naquela terra sagrada
diz-me tu senhora,
as marcas que ele levava
-Levava chapéu branco
armadura de prata doirada
na ponta de sua cauda
uma cicatriz marcada
- Pelos sinais que me deste
la o vi apanhar uma sapatada
de uma criança pequena
que estava mesmo assustada
- Ai trsite de mi viúva
ai triste de mim coitada
de três fatiotas de casamento que tenho
sem nenhuma ser usada!
- Que darias tu, senhora
a quem to troxera aqui?
Dar-lhe-ia perfume de laranjeiro
que nehum há por aí
- Não quero nenhum pefume,
não quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- De três cogumelos que tenho
todos três te dera a ti
um grande e vistoso
um pequeno e formoso
e um médio muito mimoso
- os teus cogumelos, lagarta
não os quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- O meu lindo colar
que é de oiro e marfim.
- O teu colar
não o quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- De três xailes que tenho
todos três te dera a ti
um para te tapar
outro para te enfeitar
e o mais bonito de todos
para contigo andar.
os teus xailes, lagarta
não os quero para mim
da-me algo mais lagarta
se queres que to traga aqui.
. Não tenho mais que te dar
nem tu mais que me pedir
- Tu não, minha senhora
que ainda não te deste a ti
- Louva-a-Deus que tal pede
de tão vilão que é de si,
por meus vilões arrastado
o farei andar aí
ao rabod meu cavalo-marinho
á volta do meu jardim
borboletas, as minhas borboletas
acudi-me agora aqui
- este anel de sete folhas
que contigo reparti
que é dela a outra metade?
pois a minha, vê-la aqui
- Tantos anos que chorei
tantos casulos que tecil
deus te perdoe, marido
que me ias matando aqui
Beatriz Lima, nº 7, 6º E
ano: 2008/2009


Estava a bela lagarta
no seu jardim sentada
com suas mãos pequeninas
uma folha verde almoçava
Deitou os olhos ao rio
viu vir um barco cintilante
louva-a-deus que nele vinha
era umbelo almirante
- diz-me, á Louva-a-Deus
dessa tua nobre armada
se encontraste meu marido
na terra que deus pisava
- Anda tanto insecto
naquela terra sagrada
diz-me tu senhora,
as marcas que ele levava
-Levava chapéu branco
armadura de prata doirada
na ponta de sua cauda
uma cicatriz marcada
- Pelos sinais que me deste
la o vi apanhar uma sapatada
de uma criança pequena
que estava mesmo assustada
- Ai trsite de mi viúva
ai triste de mim coitada
de três fatiotas de casamento que tenho
sem nenhuma ser usada!
- Que darias tu, senhora
a quem to troxera aqui?
Dar-lhe-ia perfume de laranjeiro
que nehum há por aí
- Não quero nenhum pefume,
não quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- De três cogumelos que tenho
todos três te dera a ti
um grande e vistoso
um pequeno e formoso
e um médio muito mimoso
- os teus cogumelos, lagarta
não os quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- O meu lindo colar
que é de oiro e marfim.
- O teu colar
não o quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- De três xailes que tenho
todos três te dera a ti
um para te tapar
outro para te enfeitar
e o mais bonito de todos
para contigo andar.
os teus xailes, lagarta
não os quero para mim
da-me algo mais lagarta
se queres que to traga aqui.
. Não tenho mais que te dar
nem tu mais que me pedir
- Tu não, minha senhora
que ainda não te deste a ti
- Louva-a-Deus que tal pede
de tão vilão que é de si,
por meus vilões arrastado
o farei andar aí
ao rabod meu cavalo-marinho
á volta do meu jardim
borboletas, as minhas borboletas
acudi-me agora aqui
- este anel de sete folhas
que contigo reparti
que é dela a outra metade?
pois a minha, vê-la aqui
- Tantos anos que chorei
tantos casulos que tecil
deus te perdoe, marido
que me ias matando aqui
Beatriz Lima, nº 7, 6º E
ano: 2008/2009


1.6.09
28.5.09
Semana da Leitura
A Semana da Leitura, começou no dia 27, com a ida à Câmara de três alunas do 5º ano e uma do 9º. O primeiro grupo preparou a dramatização da fábula “A raposa e a cegonha” de Esopo. A aluna do 9º Ano leu um texto narrativo da sua autoria de forma muito expressiva.
De tarde, houve uma exposição de trabalhos relacionados com o PNL, elaborados nas aulas de EVT.
De tarde, houve uma exposição de trabalhos relacionados com o PNL, elaborados nas aulas de EVT.
No dia 28, a professora Ema Pinto apresentou um powerpoint sobre a obra Ulisses que fará parte do espólio da biblioteca. A biblioteca fica enriquecida com este importante suporte digital. À tarde, o clube de leitura apresentou alguns textos, na biblioteca e, no dia 29, nos blocos A e B.
No dia 30, houve a habitual Hora do Conto e, às 17h, no auditório, para toda a comunidade educativa a actividade “Declamam-se palavras…” pelos alunos dos 6º C, 6ºE e 6ºI e ainda a dramatização “O Tesouro” pelos alunos do 6ºE e do 9ºC. Estas iniciativas partiram da equipa da biblioteca e do grupo de teatro, liderado pela professora Ana Régio. É de registar também o apoio da professora Conceição de EVT na caracterização dos alunos que declamaram e o empenho e disponibilidade de todos os que contribuíram para que a iniciativa tivesse sucesso.
No dia 30, houve a habitual Hora do Conto e, às 17h, no auditório, para toda a comunidade educativa a actividade “Declamam-se palavras…” pelos alunos dos 6º C, 6ºE e 6ºI e ainda a dramatização “O Tesouro” pelos alunos do 6ºE e do 9ºC. Estas iniciativas partiram da equipa da biblioteca e do grupo de teatro, liderado pela professora Ana Régio. É de registar também o apoio da professora Conceição de EVT na caracterização dos alunos que declamaram e o empenho e disponibilidade de todos os que contribuíram para que a iniciativa tivesse sucesso.
23.4.09
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