«Em 1988, a Assembleia Geral manifestou a sua profunda preocupação pelo facto de a síndrome de imunodeficiência adquirida (SIDA) ter atingido as proporções de uma pandemia. Referindo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarara 1 de Dezembro de 1988 Dia Mundial da SIDA, a Assembleia salientou a importância de assinalar essa data de uma forma adequada (resolução 43/15). Actualmente, mais de 41 milhões de pessoas são seropositivas ou sofrem de SIDA.» Centro de Informação das Nações Unidas em Portugal.
Se quiseres saber mais, clica aqui.
29.11.09
6.11.09
DIA INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES | Homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen
O “Dia Internacional das Bibliotecas Escolares” foi assinalado com uma homenagem à escritora, Sophia de Mello Breyner Andresen, que é uma referência no panorama literário português, um nome que se transformou em sinónimo de Poesia e de musa da própria poesia.
A efeméride iniciou-se com a apresentação, em moviemaker de alguns dos poemas da autora, seguidos de uma fotobiografia da autora. Foram ainda visualizados excertos da adaptação de Filipe La Féria do conto “A Menina do Mar”e do “Rapaz de Bronze” que transportou os alunos para um mundo de magia.
Os alunos do 9ºA declamaram emotivamente alguns poemas subordinados às temáticas da praia, da casa, do jardim e da hipocrisia social. Posteriormente, todos foram convidados para um chá , com a reconstituição de uma entrevista realizada a Sophia de Mello Breyner Andresen, pelo Jornal de Poesia a 10 de Maio de 2000.
O evento terminou em festa com um momento musical original da autoria dos alunos das turmas A e B do nono ano, intitulado “A Biblioteca Escolar”.
A efeméride iniciou-se com a apresentação, em moviemaker de alguns dos poemas da autora, seguidos de uma fotobiografia da autora. Foram ainda visualizados excertos da adaptação de Filipe La Féria do conto “A Menina do Mar”e do “Rapaz de Bronze” que transportou os alunos para um mundo de magia.
Os alunos do 9ºA declamaram emotivamente alguns poemas subordinados às temáticas da praia, da casa, do jardim e da hipocrisia social. Posteriormente, todos foram convidados para um chá , com a reconstituição de uma entrevista realizada a Sophia de Mello Breyner Andresen, pelo Jornal de Poesia a 10 de Maio de 2000.
O evento terminou em festa com um momento musical original da autoria dos alunos das turmas A e B do nono ano, intitulado “A Biblioteca Escolar”.
5.7.09
Mês do Coração - 25 de Maio
No dia 25 de mio, duas enfermeiras do centro de saúde deslocaram-se à nossa escola para fazerem uma avaliação da tensão arterial, índice de massa muscular e glicemia.
Momentos de Poesia
A Bela Lagarta
Estava a bela lagarta
no seu jardim sentada
com suas mãos pequeninas
uma folha verde almoçava
Deitou os olhos ao rio
viu vir um barco cintilante
louva-a-deus que nele vinha
era umbelo almirante
- diz-me, á Louva-a-Deus
dessa tua nobre armada
se encontraste meu marido
na terra que deus pisava
- Anda tanto insecto
naquela terra sagrada
diz-me tu senhora,
as marcas que ele levava
-Levava chapéu branco
armadura de prata doirada
na ponta de sua cauda
uma cicatriz marcada
- Pelos sinais que me deste
la o vi apanhar uma sapatada
de uma criança pequena
que estava mesmo assustada
- Ai trsite de mi viúva
ai triste de mim coitada
de três fatiotas de casamento que tenho
sem nenhuma ser usada!
- Que darias tu, senhora
a quem to troxera aqui?
Dar-lhe-ia perfume de laranjeiro
que nehum há por aí
- Não quero nenhum pefume,
não quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- De três cogumelos que tenho
todos três te dera a ti
um grande e vistoso
um pequeno e formoso
e um médio muito mimoso
- os teus cogumelos, lagarta
não os quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- O meu lindo colar
que é de oiro e marfim.
- O teu colar
não o quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- De três xailes que tenho
todos três te dera a ti
um para te tapar
outro para te enfeitar
e o mais bonito de todos
para contigo andar.
os teus xailes, lagarta
não os quero para mim
da-me algo mais lagarta
se queres que to traga aqui.
. Não tenho mais que te dar
nem tu mais que me pedir
- Tu não, minha senhora
que ainda não te deste a ti
- Louva-a-Deus que tal pede
de tão vilão que é de si,
por meus vilões arrastado
o farei andar aí
ao rabod meu cavalo-marinho
á volta do meu jardim
borboletas, as minhas borboletas
acudi-me agora aqui
- este anel de sete folhas
que contigo reparti
que é dela a outra metade?
pois a minha, vê-la aqui
- Tantos anos que chorei
tantos casulos que tecil
deus te perdoe, marido
que me ias matando aqui
Beatriz Lima, nº 7, 6º E
ano: 2008/2009


Estava a bela lagarta
no seu jardim sentada
com suas mãos pequeninas
uma folha verde almoçava
Deitou os olhos ao rio
viu vir um barco cintilante
louva-a-deus que nele vinha
era umbelo almirante
- diz-me, á Louva-a-Deus
dessa tua nobre armada
se encontraste meu marido
na terra que deus pisava
- Anda tanto insecto
naquela terra sagrada
diz-me tu senhora,
as marcas que ele levava
-Levava chapéu branco
armadura de prata doirada
na ponta de sua cauda
uma cicatriz marcada
- Pelos sinais que me deste
la o vi apanhar uma sapatada
de uma criança pequena
que estava mesmo assustada
- Ai trsite de mi viúva
ai triste de mim coitada
de três fatiotas de casamento que tenho
sem nenhuma ser usada!
- Que darias tu, senhora
a quem to troxera aqui?
Dar-lhe-ia perfume de laranjeiro
que nehum há por aí
- Não quero nenhum pefume,
não quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- De três cogumelos que tenho
todos três te dera a ti
um grande e vistoso
um pequeno e formoso
e um médio muito mimoso
- os teus cogumelos, lagarta
não os quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- O meu lindo colar
que é de oiro e marfim.
- O teu colar
não o quero para mim
que darias mais lagarta
a quem to troxera aqui?
- De três xailes que tenho
todos três te dera a ti
um para te tapar
outro para te enfeitar
e o mais bonito de todos
para contigo andar.
os teus xailes, lagarta
não os quero para mim
da-me algo mais lagarta
se queres que to traga aqui.
. Não tenho mais que te dar
nem tu mais que me pedir
- Tu não, minha senhora
que ainda não te deste a ti
- Louva-a-Deus que tal pede
de tão vilão que é de si,
por meus vilões arrastado
o farei andar aí
ao rabod meu cavalo-marinho
á volta do meu jardim
borboletas, as minhas borboletas
acudi-me agora aqui
- este anel de sete folhas
que contigo reparti
que é dela a outra metade?
pois a minha, vê-la aqui
- Tantos anos que chorei
tantos casulos que tecil
deus te perdoe, marido
que me ias matando aqui
Beatriz Lima, nº 7, 6º E
ano: 2008/2009


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